sábado, 4 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Same shit, diferent day.
Tive um dia normal, como todos os outros. Mas não vi nem fiz tudo da mesma maneira.
De fones nos ouvidos, saio de casa sem nada as costas.
Não sei bem porque, nem por onde, mas simplesmente apetece-me.
Quero, por um dia mudar a rotina, falar comigo propria. Correr até a exaustão.
Cada maluco com a sua pancada, e a minha, hoje, foi esta.
É incrivel como quando estamos "fora da rotina" percebemos melhor o que nos custuma passar ao lado. As pessoas, o cheiro, o trânsito, tudo.
E sinceramente, soube-me bem.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
"Porquê?"
"Porque és tu. Porque me fazes ser eu. Porque apesar de complexo, é tudo bastante simples.Gosto de gostar de ti, e que gostes de mim porque me fazes gostar de mim também. Gosto que gostemos de nós, como mais ninguém poderia eventualmente gostar.
Porque apesar de um ano e tal tu continuas a ser tu, eu continuo a ser eu, e nós somos cada vez mais nós, e gostamos.
E também porque apesar de tudo isso, acho que gosto tanto ou mais de ti como gostava no primeiro dia em que soube que estava mesmo apaixonada por ti.
Gosto.
É por isso e muito, muito mais que gosto de gostar tanto de ti."
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
No Bullshit.
Problemas familiares,
Com amigos, toda a gente os têm
A diferença é que uns lutam,
E outros escondem-se atrás da mãe.Obrigada:
A todos os que odeiam e falam mal.
Porque em tempos me rebaixei,
Mas agora orgulho-me de não ser igual.
Pode parecer confuso e sem sentido, este texto,
Emaranhado como os meus cabelos
Mas quero agradecer a uma força maior
Por ter ouvido os meus apelos
Apelos esses que foram sentidos,
Chorados, esfolados e vividos.
Apenas queria alguém credivél,
Pedir melhor namorado e melhor amigo
Era para lá do impossivel
Obrigada por existirem,
Estarem cá e fazerem-me feliz.
Alguém como vocês,
Não achava possivel existir
Mas foi tudo o que sempre quis.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Confuso, mas Sem Corrector.
Obrigada por sermos a discussão entre lápis e borracha,
antes de passarmos toda a nossa história a caneta.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
.|.
Não sei o que escrevo, para quê escrevo ou para quem o faço.
Sei que cada vez que penso que não poderia ficar mais triste: *Ding Dong!*, A desilusão é a primeira a chegar.
O objectivo de o partilhar com vocês?
Tenho esperança que ao partilhar, se possa atenuar.
Ou não.
sábado, 14 de janeiro de 2012
A quem servir a carapuça.
Repelem-me as pessoas que difamam e mudam histórias só porque sim, para ficarem bem parecidas e serem as "coitadinhas da história". Podemos dar-nos bem com uma pessoa e ser tudo muito bonito, mas não é por deixarmos de nos dar com elas que vou mudar as histórias, dizer que foi tudo horrível e contá-las à minha maneira só para "EU" ficar bem.É aquele egocentrismo enorme que me mete nojo, principalmente de pessoas que se acham especiais, mas não passam de almas penadas sem personalidade própria, que sem os grupos de amigos não são nada.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
just sayin'
Tinha descido tão fundo, que achou impossivel cair ainda mais. Sentia-se estranha, vivendo apenas de memórias. Tudo parecia bem naquela pequena cidade fantasma, onde os sorrisos e alegrias não eram nada mais do que tudo aquilo que já passou. Com seu ar dócil e inocente, cantarolava para adormecer nas noites frias e dificéis, como se, quando acordasse, deixasse de sentir aquela dor.
Dias, noites, anos se passaram.
A menina dócil e inocente, era agora uma moça agressiva e insegura, cabiz baixo, e sempre que dirigia um olhar, todo o ar a sua volta parecia gelar.
As cantigas já não a confortavam, os dias eram breves e as noites pareciam eternas, e juntamente com aquela dor, sentia uma revolta ainda mais intensa. Cresceu e apercebeu-se de todo o circo que a rodeava: As pessoas não são como ela pensa, que o mundo nunca foi cor de rosa, o pai Natal não existia realmente...
Estava entregue ao seu próprio destino, com a ajuda de dois verdadeiros amigos, um namorado e um pai que nunca deixou de lutar pelo melhor, dos dois.
Mesmo sendo bem casada e mulher de sucesso, pouco tinha mudado.
Ao deitar, culpava-se por tudo, rodeada de lágrimas que limpava para que não fossem vistas nem pelas paredes do seu quarto, muito menos pelo Homem da sua vida.
Ao aconchegá-la e apercebendo-se de tudo apesar do esforço dela, dizia:
-"Na cidade fasntasma, o fantasma não és tu. E sempre que fizeres o melhor que consegues, irá tudo ficar bem. Eu sei que sim e acredito que consegues. Só falta seres tu a acreditar em ti."
Dias, noites, anos se passaram.
A menina dócil e inocente, era agora uma moça agressiva e insegura, cabiz baixo, e sempre que dirigia um olhar, todo o ar a sua volta parecia gelar.
As cantigas já não a confortavam, os dias eram breves e as noites pareciam eternas, e juntamente com aquela dor, sentia uma revolta ainda mais intensa. Cresceu e apercebeu-se de todo o circo que a rodeava: As pessoas não são como ela pensa, que o mundo nunca foi cor de rosa, o pai Natal não existia realmente...
Estava entregue ao seu próprio destino, com a ajuda de dois verdadeiros amigos, um namorado e um pai que nunca deixou de lutar pelo melhor, dos dois.
Mesmo sendo bem casada e mulher de sucesso, pouco tinha mudado.
Ao deitar, culpava-se por tudo, rodeada de lágrimas que limpava para que não fossem vistas nem pelas paredes do seu quarto, muito menos pelo Homem da sua vida.
Ao aconchegá-la e apercebendo-se de tudo apesar do esforço dela, dizia:
-"Na cidade fasntasma, o fantasma não és tu. E sempre que fizeres o melhor que consegues, irá tudo ficar bem. Eu sei que sim e acredito que consegues. Só falta seres tu a acreditar em ti."
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
nostalgia(s)
Deprime-me.
Detesto pensar que o comércio tradicional se vá perder por causa de gerações que não
a sabem aproveitar (ou não foram habituadas a isso).
Preferem os centros comerciais, as lojas caras e de marca, restaurantes de luxo e hipermercados.
Não digo que não façam falta, mas não é a mesma coisa.
Falta-me tudo.
O cheiro de uma ervanária (que outrora servia de farmácia, com remédios para todos os males),
a confusão de uma praça a um sábado de manhã, a amabilidade de uma mercearia,
a conversa alegre que trocamos com o sapateiro enquanto esperamos os arranjos..
Sinto uma mágoa enorme em saber que nada disto vai sobreviver, porque é uma realidade..
Tudo bem que não conseguiram campanhar o andamento, a evolução. Mas não será o nosso dever
certificarmo-nos de que continuam na linha?
Onde ficaram as tradições, a cultura única? Onde está o fado?
Onde está a minha grande "menina e moça" Lisboa?
Onde está Portugal? ...
Detesto pensar que o comércio tradicional se vá perder por causa de gerações que não
a sabem aproveitar (ou não foram habituadas a isso).
Preferem os centros comerciais, as lojas caras e de marca, restaurantes de luxo e hipermercados.
Não digo que não façam falta, mas não é a mesma coisa.
Falta-me tudo.
O cheiro de uma ervanária (que outrora servia de farmácia, com remédios para todos os males),
a confusão de uma praça a um sábado de manhã, a amabilidade de uma mercearia,
a conversa alegre que trocamos com o sapateiro enquanto esperamos os arranjos..
Sinto uma mágoa enorme em saber que nada disto vai sobreviver, porque é uma realidade..
Tudo bem que não conseguiram campanhar o andamento, a evolução. Mas não será o nosso dever
certificarmo-nos de que continuam na linha?
Onde ficaram as tradições, a cultura única? Onde está o fado?
Onde está a minha grande "menina e moça" Lisboa?
Onde está Portugal? ...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
is it really worth?
Será que vale mesmo a pena estar rodeado de milhões de pessoas? Ter imensos "amigos" no Facebook, com quem nem falamos diariamente, não nos damos e até muitos nem conehcemos? Afinal de contas, o que faz realmente diferença é a quantidade de pessoas que temos e com quem podemos contar nos momentos mais críticos da nossa vida. Com essas sim, vale a pena partilhar todos os momentos felizes e mais alguns.
Essas pessoas que não têm pena de nós, que não nos puxam para cima, mas que nos ajudam a escolher a escada mais adequada para chegar ao patamar a seguir, sem sofrermos uma valente queda.
São estes, os que não nos põem rótulos, que gostam de nós imperfeitos e não nos criticam por sermos menos ricos.
"Os amigos são a família que podemos escolher" e eu concordo.
Em todas as famílias há o trombudo, o que esta sempre feliz, o mal-disposto, o que nos compreende melhor (entre outros) e não é pelas imensas qualidades ou defeitos que deixam de ser familia.
Podemos pensar que qualquer uma destas nossas famlias é horrivel, que não nos compreendem, que nem se importam. Podemos até detestar não ter nascido ricos e bem posicionados mas, por norma, quem nasce em berço de ouro nunca saberá o gozo, o esforço e satisfação que há em lutar por isso, e triunfar.
Porque triste não é nascer numa familia pobre de dinheiro, mas sim numa pobre de espírito.
Essas pessoas que não têm pena de nós, que não nos puxam para cima, mas que nos ajudam a escolher a escada mais adequada para chegar ao patamar a seguir, sem sofrermos uma valente queda.
São estes, os que não nos põem rótulos, que gostam de nós imperfeitos e não nos criticam por sermos menos ricos.
"Os amigos são a família que podemos escolher" e eu concordo.
Em todas as famílias há o trombudo, o que esta sempre feliz, o mal-disposto, o que nos compreende melhor (entre outros) e não é pelas imensas qualidades ou defeitos que deixam de ser familia.
Podemos pensar que qualquer uma destas nossas famlias é horrivel, que não nos compreendem, que nem se importam. Podemos até detestar não ter nascido ricos e bem posicionados mas, por norma, quem nasce em berço de ouro nunca saberá o gozo, o esforço e satisfação que há em lutar por isso, e triunfar.
Porque triste não é nascer numa familia pobre de dinheiro, mas sim numa pobre de espírito.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
(reflexão)
Não consigo dividir-me e estar em todo o lado ao mesmo tempo, nem fazer 1500 coisas ao mesmo tempo, esticar a asa a quem mais precisa de mim, muito menos exigir isso de tantas e diversas pessoas.
Tenho tempo. Assim como todo e qualquer ser tenho de o gerir. Esse tempo que dizem ser (não infinito) mas imenso parece que se eclipsa bem pelo meio dos dedos. Dizem que o tempo tudo cura, e que com o tempo se esquece. Mas a cura que eu preciso não é o tempo que a detém, e também não quero esquecer!
Quero ter tempo, ainda mais tempo para conseguir esticar-me ao ponto de estender a não a cada ponta do mundo que precisa de mim, assim como eu do mundo. O meu mundo.
Mas no meio de tanta agitação, problemas e pouco tempo será que tenho tempo para ter pena? Não de mim, não de terceiros, mas de não ter o dito "tanto tempo" para todos.
Tenho, real e sinceramente, pena.
Tenho tempo. Assim como todo e qualquer ser tenho de o gerir. Esse tempo que dizem ser (não infinito) mas imenso parece que se eclipsa bem pelo meio dos dedos. Dizem que o tempo tudo cura, e que com o tempo se esquece. Mas a cura que eu preciso não é o tempo que a detém, e também não quero esquecer!
Quero ter tempo, ainda mais tempo para conseguir esticar-me ao ponto de estender a não a cada ponta do mundo que precisa de mim, assim como eu do mundo. O meu mundo.
Mas no meio de tanta agitação, problemas e pouco tempo será que tenho tempo para ter pena? Não de mim, não de terceiros, mas de não ter o dito "tanto tempo" para todos.
Tenho, real e sinceramente, pena.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
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