Será que vale mesmo a pena estar rodeado de milhões de pessoas? Ter imensos "amigos" no Facebook, com quem nem falamos diariamente, não nos damos e até muitos nem conehcemos? Afinal de contas, o que faz realmente diferença é a quantidade de pessoas que temos e com quem podemos contar nos momentos mais críticos da nossa vida. Com essas sim, vale a pena partilhar todos os momentos felizes e mais alguns.
Essas pessoas que não têm pena de nós, que não nos puxam para cima, mas que nos ajudam a escolher a escada mais adequada para chegar ao patamar a seguir, sem sofrermos uma valente queda.
São estes, os que não nos põem rótulos, que gostam de nós imperfeitos e não nos criticam por sermos menos ricos.
"Os amigos são a família que podemos escolher" e eu concordo.
Em todas as famílias há o trombudo, o que esta sempre feliz, o mal-disposto, o que nos compreende melhor (entre outros) e não é pelas imensas qualidades ou defeitos que deixam de ser familia.
Podemos pensar que qualquer uma destas nossas famlias é horrivel, que não nos compreendem, que nem se importam. Podemos até detestar não ter nascido ricos e bem posicionados mas, por norma, quem nasce em berço de ouro nunca saberá o gozo, o esforço e satisfação que há em lutar por isso, e triunfar.
Porque triste não é nascer numa familia pobre de dinheiro, mas sim numa pobre de espírito.
Gostei muito do texto palavra. E lá está, só vem confirmar aquilo que acredito piamente desde à muito. É preferivel ter poucos amigos e bons, do que ter muitos e falsos :) Beijinhos
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