Não sempre, não nunca, mas vária vezes.
E quando acontece, é a doer.
Pessoas que nos são tudo e que por ventura imaginamos que partilham dessem mesmo sentimento, mas no fim acabamos por perceber que não valem um chaveco e que quando mais poderiamos querer o apoio ou até compreensão, saem pela porta das traseiras sem avisar, deixando-nos ao rumo do próprio destino.
Pode ser tudo muito confuso, mas alivia-me pô-lo em palavras pois posso reflectir sobre o assunto e o computador, esse não me deixa ficar mal. A menos que tenha um vírus... Virus esse, bem mais saudavel do que a merd* que existe na cabeça de muito ser humano a face da Terra, por sinal.
Quando não se precisa de revoltas, tudo merece atenção; Quando não se precisa de levar na cabeça, enjoamos de os ver a frente de tanta vez que repetem o mesmo; Quando se precisa de união, é o "cada um sabe de si".
E Deus sabe de todos?
...
Ou não, ou não...

Sem comentários:
Enviar um comentário